
Por dentro do CCJF. Entrevista com Andréia de Azevedo
Bailarina e professora de ballet há anos, Andréia de Azevedo resolveu mudar de ares na carreira profissional ao ingressar na área pública. Hoje, ao compor a equipe do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), ela conta na série Por dentro do CCJF deste mês um pouco sobre a rotina de trabalho no CCJF, a carreira e a alegria de ter conseguido unir duas paixões: a justiça e a arte. Leia a entrevista completa, logo abaixo:
VITRAL CULTURAL: O que te fez escolher a profissão, e além disso, ingressar na carreira pública?
Andréia de Azevedo: Sou técnica judiciária, lotada no Tribunal Regional Federal da 2º Região (TRF2) e a escolha pelo concurso público ocorreu numa fase mais madura da vida, por volta dos 30 anos. A carreira oferecia a estabilidade financeira que eu buscava na época, mas também foi uma oportunidade de me redescobrir e aprofundar o estudo na área do Direito, mais especificamente na área de Administração Pública. Essa especialização e a experiência como administradora me fizeram alcançar um altíssimo nível dentro da estrutura do órgão, tendo me desafiado, constantemente, em busca de soluções para o aprimoramento na área de contratos e licitações públicas, o que tornou a trajetória muito instigante e emocionante.
VITRAL: Há quanto tempo você trabalha no CCJF e quais são as suas principais funções?
Andréia: Trabalho há um ano no CCJF e minhas principais funções envolvem o apoio à Direção Executiva na realização de eventos institucionais. Tais eventos contam com a participação de órgãos das Justiças Federal e Estadual, Escolas de Magistratura, dentre outras instituições públicas que realizam seminários e congressos no CCJF.
VITRAL: Conte-nos alguma curiosidade ou caso que considere memorável, seja profissional ou pessoal…
Andréia: Uma curiosidade é que comecei a vida profissional sendo bailarina e professora de ballet e, portanto, a juventude aconteceu em meio a ensaios e apresentações nos mais variados palcos do Rio de Janeiro. Agora, aos 60 anos, quase encerrando o meu ciclo profissional, retorno a esse universo cultural de alguma forma, ainda que com funções administrativas, mas respirando a energia única do CCJF que veio reunir as duas paixões mais relevantes da minha vida: a justiça e a arte!