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Notas e Curiosidades

Publicado em:
10/12/2025
A imagem é um cartaz do evento “Cinelandia – Cinema na Rua”. No topo há o logotipo colorido da Cinelândia. Abaixo, o texto anuncia a exibição do filme “Milton Bituca Nascimento”. O centro do cartaz mostra um pôster com o perfil do músico Milton Nascimento em tons escuros, com seu rosto iluminado e o título “Bituca” formado por letras grandes e coloridas. O pôster é emoldurado por luzes de cinema.
Cinelândia - Cinema na Rua realiza sessão gratuita a céu aberto de documentário sobre Milton Nascimento

No dia 11 de novembro, a Rua Pedro Lessa se transformou novamente em uma sala de cinema à céu aberto e exibiu, no âmbito do projeto Cinelândia - Cinema na Rua, o documentário Milton Bituca Nascimento, disponibilizado pela produtora Gullane que também se juntou aos apoiadores nesta sessão. O filme celebra o legado e a turnê de despedida de Milton Nascimento, cantor, compositor e multi-instrumentista brasileiro, reconhecido como um dos mais influentes artistas da história da música nacional.

O público, mais uma vez, lotou a sessão e, ao final do filme, aplaudiu, emocionado, ao conhecer mais sobre a trajetória de um dos maiores artistas da música brasileira.

Após a sessão, quem esteve por lá ainda pôde aproveitar a música ao vivo com canções de Milton Nascimento e do Clube da Esquina, o que contribuiu para realização de uma grande homenagem ao artista e aos músicos que integravam o Clube, incluindo um dos fundadores, Lô Borges, que faleceu recentemente. 

A proposta é que o Cinelândia - Cinema na Rua tenha exibições mensais, sempre gratuitas, sem necessidade de distribuição de senhas, com preferência para filmes brasileiros com legendas em português, sendo acessível aos deficientes auditivos. “O intuito é incentivar o acesso à cultura, direito fundamental e universal, para todos os públicos e ocupar a Cinelândia, local emblemático e histórico para o cinema brasileiro”, ressalta Ricardo Horta, diretor-executivo do CCJF.

O projeto é uma realização do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF),  da Banca do André e da ASPAC – Associação dos Servidores Públicos da ANCINE, com apoio do Governo do Estado e da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro. Vem conferir a próxima sessão que já tem data para acontecer!

 

Escadaria monumental do CCJF vista de frente, com degraus largos que se dividem em duas rampas laterais ornamentadas por corrimãos trabalhados em metal. Ao fundo, um grande vitral colorido ilumina o ambiente com luz quente, destacando figuras e tons vibrantes. A cena transmite imponência e caráter histórico.
CCJF funcionará durante o recesso do judiciário

Durante o recesso judiciário (entre os dias 20 de dezembro e 06 de janeiro), a cafeteria, as galerias de exposições, o gabinete de fotografia e a Sala de Sessões funcionarão normalmente, exceto nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro. Venha nos visitar!

Informamos também que a Biblioteca estará fechada e as visitas orientadas suspensas no período do recesso, retornando as atividades a partir do dia 7 de janeiro.

 

Logo do projeto “Cinelândia – Cinema na Rua”. A imagem mostra a palavra “Cinelândia” dividida em blocos coloridos — amarelo, vermelho, verde, roxo, azul e preto — com letras em estilo retrô. Abaixo, em preto, lê-se a frase “Cinema na Rua”. O fundo é bege, com cantos arredondados, evocando estética vintage.
Beth Carvalho é a próxima homenageada na 3ª edição do projeto Cinelândia - Cinema na Rua

Estão preparados para a próxima edição do Cinelândia - Cinema na Rua? Se sim, uma boa notícia: a 3ª exibição do cinema ao livre idealizado pelo CCJF, em parceria com a Banca do André e a ASPAC, já tem data para acontecer.

Será no próximo dia 18, quinta-feira, às 18h30, na Rua Pedro Lessa. O filme escolhido é o documentário Andança - Os Encontros e as Memórias de Beth Carvalho.

Reserve a data na agenda e venha prestigiar o cinema brasileiro conosco!

 

A imagem mostra a Sala de Sessões do CCJF, um ambiente imponente e histórico. Bancos de madeira escura se alinham em fileiras, formando um corredor central que conduz à área principal da sala. O teto apresenta pinturas e ornamentos detalhados, enquanto as paredes laterais exibem grandes painéis decorativos. A iluminação suave destaca a simetria e a atmosfera solene do espaço, preservado como parte do patrimônio cultural do edifício.
Curiosidades do CCJF: você sabia?
Você sabia que a Sala de Sessões foi palco de julgamentos históricos?

Que a Sala de Sessões foi sede do Supremo Tribunal Federal (STF), a maioria já sabe, mas só alguns têm conhecimento de três julgamentos famosos que marcaram esse lugar: em 1914, após decisão do STF, Rui Barbosa conseguiu o direito de publicar seus discursos políticos, reforçando a ideia do remédio constitucional que visa proteger a liberdade de expressão; em 1923, depois da Revolta dos 18 do Forte de Copacabana, o STF libertou militares e civis presos por entender que os crimes eram políticos e deveriam ser julgados pela Justiça Federal, mesmo durante o Estado de Sítio.

Já em 1936, o caso de Olga Benário, judia e militante comunista alemã, ficou conhecido como “habeas corpus invertido”, porque o pedido pretendia evitar sua expulsão para a Alemanha nazista, após o fracasso da Intentona Comunsita, liderada por Luís Carlos Prestes. Contudo, alegando Estado de Guerra, o STF negou o conhecimento da medida judicial, permitindo que ela fosse enviada de volta ao país de origem. Sua filha, Anita Leocádia, nasceu na prisão alemã e, graças a uma campanha internacional, acabou sendo entregue à avó Leocádia, mãe de Prestes.