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Notas e Curiosidades

Publicado em:
10/07/2026
O diretor-geral do Centro Cultural Justiça Federal, Dr. Theophilo Miguel Filho, e a comandante Andrea de Fátima Barcala, presidente do Instituto Cultural Marinha Mercante, posam para fotografia segurando um certificado emoldurado durante cerimônia na Sala de Sessões do CCJF. Ao fundo, autoridades acompanham a solenidade diante da mesa diretora e da arquitetura histórica do espaço.
Em evento na Sala de Sessões, Marinha Mercante concede honraria ao diretor-geral do CCJF, Theophilo Miguel Filho

No dia 25 de junho, o Instituto Cultural Marinha Mercante (IC) realizou na Sala de Sessões do CCJF o evento Dia Internacional do Marítimo, que condecorou com Medalha de Honra ao Mérito Petróleo, Gás e Transição Energética personalidades que atuam ativamente em prol do desenvolvimento do serviço da Marinha do Brasil.

Entre os homenageados, o diretor-geral do CCJF, desembargador federal Theophilo Antonio Miguel Filho, que além de receber a medalha abriu a cerimônia. Para ele, esses homens e mulheres — comandantes, oficiais, marinheiros, maquinistas, cozinheiros de bordo, entre outros — constituem uma classe de heróis cotidianos despidos de medalhas, mas não menos merecedores de reverência. “Que essa data instituída pela Organização Marítima Internacional não se converta em lembrança fugaz, mas em compromisso permanente de melhores condições de trabalho, de segurança redobrada, de valorização salarial e respeito a saúde física e mental de quem passa meses a fio distante, compromisso, sobretudo, de gratidão renovada, cada vez que acendermos a luz, vestirmos uma roupa ou levarmos à mesa o pão de cada dia. Pequenos milagres cotidianos, que têm sua origem invisível ao atravessar oceanos nos braços de um marítimo”, frisou na ocasião.

Ao conceder a homenagem ao diretor-geral do CCJF, o IC, na pessoa da comandante Andrea de Fátima Barcala, presidente do Instituto, destacou a importância do Centro Cultural como um dos mais importantes espaços culturais do país e o excelente trabalho da atual gestão, reconhecendo o compromisso da instituição com a preservação da memória, valorização da cultura e o reconhecimento daqueles que contribuem para o desenvolvimento do Brasil.

 

Cena do filme Apocalipse Segundo Baby mostra a cantora Baby Consuelo tocando um violão preto em ambiente interno. Com longos cabelos roxos, ela aparece concentrada no instrumento, próxima a uma janela por onde entra a luz natural. A vegetação ao fundo e o aspecto granulado da imagem reforçam a atmosfera intimista e cinematográfica da cena.
Cinelândia - Cinema na Rua: homenagem a Baby Consuelo

Em julho, o Cinelândia - Cinema na Rua homenageia a irreverente cantora Baby Consuelo. O projeto exibe no dia 28, terça-feira, às 18h30, na Rua Pedro Lessa, o filme Apopcalipse segundo Baby

O longa-metragem mostra a trajetória de Baby do Brasil, uma viagem em primeira pessoa. A partir da sua pluralidade transgressor, revisita-se esse caminho, da liberdade dos Novos Baianos ao brilho da carreira solo, do espírito hippie ao pop multicolorido, de Janis Joplin a Ademilde Fonseca. Entre os destaques, ainda há a revelação da versatilidade rítmica e musical e a ousadia de um ícone da contracultura.

Após a exibição, o diretor Rafael Saar e a fotógrafa Thais Grechi estarão presentes para uma roda de conversa sobre o filme.

É só chegar, vem conferir!

O evento será adiado em caso de chuva.

 

Arte de divulgação da exposição Coleção Ingá – Brasil Plural. Sobre fundo verde-escuro, a composição reúne grafismos inspirados em anéis de crescimento de árvores e padrões circulares, ao lado de um recorte de pintura com figuras indígenas em canoas. No canto inferior direito, o título "Coleção Ingá" aparece em branco, acompanhado do subtítulo "Brasil plural" em amarelo.
Visitas mediadas a exposição Coleção Ingá: Brasil Plural, incluindo a acessível

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural, que fica no CCJF até 27 de setembro, foi concebida para ampliar o acesso à cultura e proporcionar uma experiência acolhedora para todos os públicos.

Como parte da parceria entre o Centro Cultural Justiça Federal e a FUNARJ, além das visitas mediadas tradicionais — que podem ser agendadas aqui — são oferecidas visitas mediadas acessíveis, desenvolvidas para garantir uma experiência cultural mais inclusiva às pessoas com deficiência, especialmente ao público surdo, por meio de mediação em Libras e estratégias de comunicação acessível.

Durante a visita, os participantes são convidados a explorar os conteúdos da exposição de forma interativa, em um ambiente que valoriza o diálogo, a troca de experiências e o direito de todos ao patrimônio cultural.

As visitas acessíveis, no âmbito do Programa Arte e Cultura Para Todos, da FUNARJ, podem ser agendadas  por escolas, instituições, associações, universidades e demais grupos interessados, fortalecendo o compromisso das instituições com a democratização do acesso à cultura e a construção de espaços cada vez mais inclusivos. Interessados, clique aqui.

Agende sua visita e venha conhecer a mostra de uma forma mais rica!

 

Imagem da Sala de Sessões do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), com vista frontal para o espaço. A foto mostra fileiras de bancos de madeira escura alinhadas em direção ao palco ao fundo, onde se vê uma mesa cerimonial e um vitral colorido. O piso tem listras em tons claros e escuros, o teto é ricamente decorado com afrescos e molduras em relevo, e as paredes exibem painéis artísticos com detalhes dourados. A iluminação clara ressalta a elegância e imponência do ambiente.
Curiosidades do CCJF: você sabia?

Você sabia que a arquitetura da sala de sessões do CCJF foi pensada para melhorar a propagação da voz? 

O pé-direito alto da Sala de Sessões do CCJF não foi pensado apenas para favorecer a ventilação em uma época em que ainda não existia ar-condicionado, de 1905 a 1909, período em que o edifício histórico foi construído.

Ele também ajudava na acústica do ambiente, ampliando a propagação da voz em um período em que os microfones ainda não faziam parte desse tipo de espaço.

Devido a essa arquitetura, entre outros fatores, a Sala de Sessões possui uma acústica excelente, muito elogiada por musicistas e demais artistas que se apresentam no local. O som se propaga de forma homogênea e clara em todos os cantos do espaços, propiciando um ambiente sonoro a altura da imponência da sala que um dia foi testemunha de importantes julgamentos e hoje respira cultura e arte.