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Intimidade e emoção no show “Quando eu soltar a minha voz”

Publicado em:
10/02/2026
A imagem registra uma apresentação musical em palco, com um grupo de artistas distribuídos entre instrumentos e microfones. Ao centro, o cantor se posiciona à frente, interpretando a canção, enquanto músicos o acompanham ao piano, guitarra, baixo, bateria e vocais de apoio. A iluminação suave e a disposição equilibrada dos performers criam um ambiente intimista, destacando a interação entre os músicos e a atmosfera cênica do espetáculo.
Thiago Batistone e banda no palco do CCJF

No dia 10 de dezembro, o Teatro do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) abriu suas portas para o espetáculo Quando eu soltar a Minha voz, o 1º show solo do multi-artista Thiago Batistone.

 

Com a banda composta por Raminson Santos, no teclado, Douglas Fernandes, no baixo, Leo Mothé, na bateria e Cassi Cavalcanti e Dani Ramalho, nos vocais, além dos convidados Matheus Souza, na guitarra, Fred Chico, na guitarra e na gaita e Keyven Souza no sax tenor, o show foi marcado por composições autorais e grandes sucessos da música brasileira — como Agora só falta você, de Rita Lee, Apenas um rapaz latino americano, de Belchior e Sangrando, de Gonzaguinha - revelando a presença profunda e impactante do artista, que traduziu em palavras os sentimentos de identidade, emoção e pertencimento. O público teve papel fundamental na composição do concerto. Os olhares atentos, as vozes que ecoavam a cada canção, e as luzes que criaram um ambiente intimista, ajudaram a reafirmar a importância do espetáculo e o sentimento de acolhimento que ele propôs.

 

Thiago considerou a experiência marcante e destacou a importância do show para sua carreira. O repertório foi pensado como uma forma de se apresentar ao público como cantor, tendo a oportunidade de apresentar em cena o que canta, o que o emociona, o que o move e o que o faz feliz. “Já tive muito medo de cantar —  o canto te deixa vulnerável no palco —, mas senti que esse era o momento certo. Muitas pessoas já me reconheciam como músico, regente ou diretor musical, mas ainda não como cantor, e esse show foi justamente a chance de ocupar esse lugar. A recepção foi calorosa, tanto da plateia quanto da própria equipe técnica, e os feedbacks recebidos ao final reforçaram a sensação de que aquela noite representou um passo importante na minha trajetória artística”, compartilhou o cantor.