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Notícia

Com Medalha de Mérito Cultural, Centro Cultural Justiça Federal reconhece trajetórias de excelência de novos desembargadores do TRF2

Publicado em:
08/10/2026
Fotografia de sete pessoas, quatro homens e três mulheres, posando lado a lado em um salão solene, sobre um tapete vermelho. Ao fundo, há cadeiras de madeira escura, vitrais coloridos, bandeiras e paredes com detalhes ornamentais dourados. O teto é ricamente decorado com relevos e lustres. Os participantes vestem trajes formais e sorriem para a foto
Da esquerda para direita, os desembargadores federais Firly Nascimento Filho, corregedor-regional do TRF2, Wilney Magno de Azevedo Silva, Theophilo Antonio Miguel Filho, diretor-geral do CCJF, Geraldine Pinto Vital de Castro, além do juiz federal da 6ª Região, Jorge Gustavo Serra de Macedo Costa, a desembargadora do TJRJ, Ana Cristina Dib Miguel e a desembragadora federal do TRF2, Andrea Cunha Esmeraldo

Em mais uma marcante cerimônia, dando continuidade às comemorações dos 25 anos de história, o Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) concedeu, no dia 8 de outubro, a Medalha e o Certificado do Mérito Cultural aos recém-empossados desembargadores federais do Tribunal Federal da 2ª Região, Dra. Geraldine Pinto Vital de Castro e Dr. Wilney Magno de Azevedo Silva. A medalha, cunhada pela Casa da Moeda do Brasil, une o passado e o presente da Justiça brasileira sob um teto que já foi casa da Suprema Corte até 1960.

Mais uma vez, a Sala de Sessões, envolta de um ar de emoção e gratidão, foi cenário de momentos especiais. Após a execução do hino nacional, o desembargador federal Theophilo Antonio Miguel Filho, diretor-geral do CCJF, deu as boas-vindas a todos, especialmente aos homenageados do dia, e destacou a alegria de conceder a honraria a duas autoridades que, ao longo de distintas trajetórias da vida institucional, dedicam-se à defesa da ordem jurídica, do serviço público e ao bem comum. “Ao receberem esta medalha, recebam também o reconhecimento de todos nós (...) Que essa honraria, cunhada no Jubileu de Prata desta Casa, seja símbolo permanente do respeito e da admiração que o Centro Cultural Justiça Federal — e o povo brasileiro — devotam às vossas trajetórias”, frisou.

Ao agradecer a comenda, a desembargadora Geraldine Castro destacou a grata satisfação de estar sendo agraciada, na companhia de amigos e servidores, em um lugar tão especial, que respira história. “O mais importante e que me tocou profundamente é o fato desta Casa estar com as portas abertas para a praça, um convite de que estamos, sim, abertos à população, que nós conversamos e somos acessíveis”, pontuou. Ela ainda compartilhou que, no momento, encontra-se em uma fase de semeadura na carreira e ressaltou a importância de entregar à sociedade um trabalho baseado em caros valores. “Toda minha história foi feita no serviço público e eu acredito que nós devemos entregá-lo de uma forma sempre mais empática, mais acolhedora, mais justa”, salientou.

 

Fotografia de uma cerimônia de homenagem em um salão solene. Ao centro, uma mulher de roupa preta segura uma caixa aberta com uma medalha e um certificado. Ela está entre dois homens de terno escuro, todos sorrindo para a foto. Ao fundo, um homem de terno branco está sentado à mesa. O ambiente tem tapete vermelho, portas de madeira, vitrais, bandeiras e teto com ornamentação detalhada

Emocionado, o desembargador Wilney Silva, disse que a homenagem se traduz como um momento especial, um incentivo para seguir servindo a população por meio da prestação jurisdicional. “Vejo com muita emoção e honra meu nome associado a esse patrimônio cultural, essa instituição maravilhosa que é o Centro Cultural. É algo que me deixa muito sensibilizado e honrado, é um incentivo a mais para continuar nessa caminhada de prestação de justiça, reconhecimento de valor, o valor do ser humano que essa Casa, sem dúvida, representa”, enfatizou. Ele lembrou que, quando criança, costumava  andar pelo prédio histórico ao acompanhar o pai, que era advogado e litigava na Justiça Federal. “Eu subia, ainda criança com meu pai, por essas escadas, passava pelos corredores, admirava os vitrais... inclusive era uma época que o prédio não estava tão bem conservado como hoje. É uma alegria ver esse prédio como está hoje, esse movimento, essa preservação, esse incentivo. E essa memória que tenho com meu pai, passando por esses corredores, vendo a posição da parte, do advogado, o êxito nessas causas que ele litigava. Isso me traz uma emoção muito grande”, ressaltou.

Fotografia de quatro homens em uma cerimônia de homenagem, posando lado a lado sobre um tapete vermelho. O homem à esquerda, de terno escuro e gravata vermelha, segura uma pasta preta. O terceiro, de terno branco, segura uma pequena caixa com medalha, assim como o homem à direita, de terno azul-marinho. Ao fundo, há portas de madeira, bandeiras, cadeiras e um teto ricamente ornamentado

A cerimônia ainda contou com duas lindas apresentações da cantora lírica Ane Janin, ovacionada pelo público presente. Ela intepretou Con te partirò, de Francesco Sartori e Lucio Quarantotto, composição conhecida na voz do tenor italiano Andrea Bocelli, e a canção How Can I Go on, de Mike Moran e Freddie Mercury, gravado em 1988 com participação da soprano espanhola Montserrat Caballé.  Compuseram a mesa da cerimônia, além do diretor-geral do CCJF e os homenageados, o desembargador federal Firly Nascimento Filho, corregedor-regional do TRF2, Dra. Ana Cristina Dib Miguel, desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), e Dr. Jorge Gustavo Serra de Macedo Costa, juiz federal da 6ª Região.