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Notícia

Centro Cultural Justiça Federal recebe evento do Instituto Cultural Marinha Mercante com homenagem ao diretor-geral do CCJF pelo apoio a instituição

Publicado em:
25/06/2026
Fotografia de uma cerimônia oficial realizada em um salão histórico de arquitetura clássica, com teto ornamentado, vitrais e cadeiras de madeira escura ao fundo. No centro, uma mulher de uniforme branco da Marinha Mercante e um homem de terno azul posam lado a lado, segurando um diploma emoldurado. Ambos sorriem para a câmera. Atrás deles, autoridades e convidados estão sentados em uma bancada elevada. No piso, um tapete vermelho cobre toda a área. Uma faixa alusiva aos 25 anos do Centro Cultural Justiça Fe
Na Sala de sessões, Dr. Theophilo Miguel Filho, diretor-geral do CCJF, recebe homenagem do Instituto Cultural Marinha Mercante, das mãos da presidente instituição, Andrea de Fátima

No dia 25 de junho, o Instituto Cultural Marinha Mercante (IC), organização que atua como um hub cultural, educacional e diplomática que valoriza o patrimônio, a história e os profissionais da Marinha Mercante civil e do setor offshore brasileiro, realizou na Sala de Sessões do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) o evento Dia Internacional do Marítimo, que condecorou com Medalha de Honra ao Mérito Petróleo, Gás e Transição Energética personalidades que atuam ativamente em prol do desenvolvimento do serviço da Marinha do Brasil. Entre os homenageados, o diretor-geral do CCJF, desembargador federal Theophilo Miguel Filho, que além de receber a medalha abriu a cerimônia. Ele destacou que a tarde solene celebra não apenas uma data qualquer no calendário mas um marco sagrado, o Dia Internacional do Marítimo. “Aqui, entre afrescos que testemunharam séculos de história, convido-os ao exercício de gratidão e de memória, pois há homens e mulheres nesse exato instante que em algum recanto dos sete mares viabilizam o desenvolvimento da civilização que habitamos…Se há herança que corre nas veias do nosso povo é justamente essa, a vocação marítima, o sangue sagrado que nos impele ao horizonte. O marítimo é figura de uma nobreza silenciosa, enquanto o mundo dorme, ele vigia. Enquanto as cidades se iluminam, ele enfrenta a tempestade, o isolamento e a saudade dos que ficaram em terra firme”, pontuou, reverenciando o trabalho dos marítimos.

Para o diretor-geral do CCJF esses homens e mulheres — comandantes, oficiais, marinheiros, maquinistas, cozinheiros de bordo, entre outros — constituem uma classe de heróis cotidianos despidos de medalhas, mas não menos merecedores de reverência. “Que essa data instituída pela Organização Marítima Internacional não se converta em lembrança fugaz, mas em compromisso permanente de melhores condições de trabalho, de segurança redobrada, de valorização salarial e respeito a saúde física e mental de quem passa meses a fio distante, compromisso, sobretudo, de gratidão renovada, cada vez que acendermos a luz, vestirmos uma roupa ou levarmos à mesa o pão de cada dia. Pequenos milagres cotidianos, que têm sua origem invisível ao atravessar oceanos nos braços de um marítimo”, frisou.

Na sequência, a presidente do IC, comandante Andrea de Fátima da Paz Pereira Barcala, agradeceu aos presentes, principalmente aos homenageados e destacou a data especial, já que o evento marcou a 1ª condecoração do Instituto. “Hoje, o Instituto, enquanto a 1ª instituição cultural promulgada exclusivamente para a Marinha Mercante, tem a oportunidade de fomentar cultura, produzir e preservar as nossas memórias. O marítimo é um motor silencioso que movimenta, articula, leva e traz a economia de todo o mundo. Nós merecemos ter o nosso lugar de fala, e estamos fazendo isso muito bem, com amor, alegria, justiça e disciplina que adquirimos e renovamos diariamente na nossa amada Marinha do Brasil”, ressaltou.

De acordo com Andrea, o IC está presente para representar e honrar a Marinha do Brasil, “nossa Casa Maior”. “Por isso, abro a nossa 1ª condecoração que foi escolhida de uma maneira muito peculiar pois estávamos vivendo uma transição energética. Gostaria de convidá-los a fazer parte desse momento especial, a homenagem dessas pessoas aqui na mesa que, como brinquei, foram investigadas de uma maneira muito honrosa. É uma honra imensurável poder condecorá-los na data de hoje”, celebrou.

Foram homenageados os seguintes nomes, além do Dr. Theophilo Miguel Filho e da comandante Andrea de Fátima: Almirante de Esquadra Sílvio Luís dos Santos, diretor-geral de Navegação; Almirante de Esquadra Wladmilson Borges, assessor do Comandante da Marinha para assuntos ligados à Autoridade Marítima; Thomas Filipponi, diretor-geral da SLB do Brasil; Veronica Coelho, presidente da Equinor do Brasil; Artur Watt Neto, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis; Cristiano Pinto da Costa, presidente da Shell do Brasil; Harinath Viswanathan, diretor-geral da IBV do Brasil Petróleo Ltda; Claudia Rabello, diretora-executiva e corporativa, representando Roberto Ardenghy, presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás; Francisco Vervloet, representando a Sra. Magda Chambriard, presidente da Petrobras e Sergio Perini, presidente da Casa da Moeda do Brasil.

Ao conceder a homenagem ao diretor-geral do CCJF, o IC destacou a importância do Centro Cultural como um dos mais importantes espaços culturais do país e o excelente trabalho da atual gestão, reconhecendo o compromisso da instituição com a preservação da memória, valorização da cultura e o reconhecimento daqueles que contribuem para o desenvolvimento do Brasil. “O Sr. desembargador nos recebeu de braços abertos e desde então a gente considera aqui a nossa casa, onde fizemos outros eventos voltados para cultura e preservação da memória marítima. Vejo como esta casa trabalha muito bem. Essa outorga é de muito valia para nós e para todos que fazem parte do Centro Cultural Justiça Federal”, destacou Andrea ao agradecer o anfitrião que, ao receber a honraria, também estendeu seus agradecimentos pela condecoração à toda equipe do Centro Cultural. “Não posso deixar de compartilhar esse honroso conhecimento, essa honrada comenda que me foi outorgada com todos aqueles que trabalham no Centro Cultural Justiça Federal. Compartilho essa honrosa outorga com aqueles que me aceitam da forma como eu sou. Muito obrigado”, concluiu.