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Notas e Curiosidades

Publicado em:
10/02/2026
A imagem mostra o teatro do CCJF visto a partir da plateia, com fileiras de poltronas alinhadas em direção ao palco. A iluminação cênica destaca o espaço de apresentação, onde se veem elementos de cenário e equipamentos técnicos. As colunas laterais, o acabamento clássico e a organização do ambiente reforçam o caráter institucional e acolhedor do teatro, preparado para receber espetáculos, apresentações musicais e atividades culturais.
Curiosidades do CCJF: você sabia?

O Teatro, inaugurado em setembro de 2001, antes de se tornar um espaço dedicado às artes cênicas e à música, foi uma cocheira de cavalos e, com a chegada dos automóveis, funcionou como garagem e oficina. Hoje, com 141 lugares, o espaço é versátil, recebendo peças, shows e eventos culturais, e ainda esconde um detalhe: atrás do palco, uma escada leva ao subsolo onde ficam os camarins, podendo ser encoberta para ampliar a área cênica.

O projeto do teatro exigiu soluções estruturais durante o restauro e a adaptação do imóvel, incluindo o reforço das fundações e a criação de um subsolo. Assinado pelo cenógrafo José Dias, com iluminação de Paulo César Medeiros e acústica desenvolvida pelo escritório de Roberto Thompson Mota, o espaço foi pensado para ser reversível, preservando a integridade da arquitetura original e permitindo diferentes usos ao longo do tempo.

 

A imagem mostra um grupo de artistas reunidos no palco, sob iluminação quente, durante uma apresentação coletiva. Ao centro, uma mulher de vestido azul ergue o braço em gesto expressivo, enquanto os demais participantes, vestidos em tons claros, seguram berimbaus e instrumentos de percussão. A disposição cênica, a presença dos instrumentos e a interação entre os corpos reforçam o caráter ritualístico e celebrativo da performance.
Ritmos Brasileiros no Verão tem sua última apresentação de 2025 no dia 12 de fevereiro com Berimbau-Mulher

A programação do Ritmos Brasileiros no Verão 2026 não para por aí! No dia 12 de fevereiro, quinta-feira, o hall de entrada do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), vai receber a apresentação da Berimbau-Mulher, um grupo formado mulheres capoeiristas, artistas e musicistas, que irão ressaltar a importância da capoeira como símbolo de liberdade, força e ancestralidade, exaltando as raízes da cultura afro-brasileira.

A cantora, compositora e berimbalista, Zilá Lima, compartilhou que a expectativa é que o espetáculo crie um espaço de escuta, memória e representatividade. “Somos 18 mulheres de diferentes áreas profissionais conduzindo o berimbau e os demais instrumentos tradicionais da capoeira. Através das mensagens presentes nas cantigas, desejo que a música atravesse o público como gesto de afeto, resistência e pertencimento. Que essa vivência inspire o público em geral e, de forma especial, outras mulheres a se aproximarem do berimbau, instrumento sagrado que nos conecta e nos empodera”, declarou a artista.

 

A imagem mostra três pessoas posicionadas atrás de uma mesa expositiva, com seus rostos refletidos em pequenos espelhos retangulares dispostos em sequência. Os reflexos fragmentados criam um jogo visual que destaca expressões atentas e curiosas. Em primeiro plano, a estrutura dos espelhos organiza a cena, enquanto, ao fundo, as portas de madeira e os detalhes arquitetônicos clássicos situam a instalação em um ambiente institucional e histórico.
Prorrogadas: exposições Valongo Justiça Memória do Cais e LivroPoema/Poema Livro ficam no CCJF até o dia 1º de março

Uma boa notícia as amantes das artes visuais: devido ao sucesso de público, as exposições Valongo Justiça pela memória do cais, projeto idealizado pelo Conselho da Justiça Federal (CJF), e a LivroPoema/ PoemaLivro, da artista Gabriela Irigoyen com curadoria Irene Peixoto, foram prorrogadas até o dia 1º de março. A 1ª mostra, localizada no térreo do CCJF, convida o visitante a mergulhar na história do Cais do Valongo, ponto de desembarque de pessoas escravizadas, passando pela descaracterização da área e por sua redescoberta durante as obras de arquitetura e urbanismo para modernizar o Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.

Já a 2ª, apresenta livros de artista criados por Gabriela entre 2010 e 2025, que subvertem a estrutura tradicional do livro e propõem experiências visuais, sensoriais e poéticas. A ideia é convidar o público a habitar o livro como objeto tridimensional. Amplia-se os modos de ler e pergunta-se: o poema está no livro ou o livro é o poema? Venha conferir!

 

Escadaria monumental do CCJF vista de frente, com degraus largos que se dividem em duas rampas laterais ornamentadas por corrimãos trabalhados em metal. Ao fundo, um grande vitral colorido ilumina o ambiente com luz quente, destacando figuras e tons vibrantes. A cena transmite imponência e caráter histórico.
CCJF ficará fechado no Carnaval e para manutenção interna

No periodo de 13 a 28 de fevereiro o CCJF estará fechado devido ao Carnaval e manutenção interna. Reabriremos dia 1º de março.  Aguardamos sua visita!