
Notas e Curiosidades
No dia 25 de junho, o Instituto Cultural Marinha Mercante (IC) realizou na Sala de Sessões do CCJF o evento Dia Internacional do Marítimo, que condecorou com Medalha de Honra ao Mérito Petróleo, Gás e Transição Energética personalidades que atuam ativamente em prol do desenvolvimento do serviço da Marinha do Brasil.
Entre os homenageados, o diretor-geral do CCJF, desembargador federal Theophilo Antonio Miguel Filho, que além de receber a medalha abriu a cerimônia. Para ele, esses homens e mulheres — comandantes, oficiais, marinheiros, maquinistas, cozinheiros de bordo, entre outros — constituem uma classe de heróis cotidianos despidos de medalhas, mas não menos merecedores de reverência. “Que essa data instituída pela Organização Marítima Internacional não se converta em lembrança fugaz, mas em compromisso permanente de melhores condições de trabalho, de segurança redobrada, de valorização salarial e respeito a saúde física e mental de quem passa meses a fio distante, compromisso, sobretudo, de gratidão renovada, cada vez que acendermos a luz, vestirmos uma roupa ou levarmos à mesa o pão de cada dia. Pequenos milagres cotidianos, que têm sua origem invisível ao atravessar oceanos nos braços de um marítimo”, frisou na ocasião.
Ao conceder a homenagem ao diretor-geral do CCJF, o IC, na pessoa da comandante Andrea de Fátima Barcala, presidente do Instituto, destacou a importância do Centro Cultural como um dos mais importantes espaços culturais do país e o excelente trabalho da atual gestão, reconhecendo o compromisso da instituição com a preservação da memória, valorização da cultura e o reconhecimento daqueles que contribuem para o desenvolvimento do Brasil.
Em julho, o Cinelândia - Cinema na Rua homenageia a irreverente cantora Baby Consuelo. O projeto exibe no dia 28, terça-feira, às 18h30, na Rua Pedro Lessa, o filme Apopcalipse segundo Baby.
O longa-metragem mostra a trajetória de Baby do Brasil, uma viagem em primeira pessoa. A partir da sua pluralidade transgressor, revisita-se esse caminho, da liberdade dos Novos Baianos ao brilho da carreira solo, do espírito hippie ao pop multicolorido, de Janis Joplin a Ademilde Fonseca. Entre os destaques, ainda há a revelação da versatilidade rítmica e musical e a ousadia de um ícone da contracultura.
Após a exibição, o diretor Rafael Saar e a fotógrafa Thais Grechi estarão presentes para uma roda de conversa sobre o filme.
É só chegar, vem conferir!
O evento será adiado em caso de chuva.
A exposição Coleção Ingá: Brasil plural, que fica no CCJF até 27 de setembro, foi concebida para ampliar o acesso à cultura e proporcionar uma experiência acolhedora para todos os públicos.
Como parte da parceria entre o Centro Cultural Justiça Federal e a FUNARJ, além das visitas mediadas tradicionais — que podem ser agendadas aqui — são oferecidas visitas mediadas acessíveis, desenvolvidas para garantir uma experiência cultural mais inclusiva às pessoas com deficiência, especialmente ao público surdo, por meio de mediação em Libras e estratégias de comunicação acessível.
Durante a visita, os participantes são convidados a explorar os conteúdos da exposição de forma interativa, em um ambiente que valoriza o diálogo, a troca de experiências e o direito de todos ao patrimônio cultural.
As visitas acessíveis, no âmbito do Programa Arte e Cultura Para Todos, da FUNARJ, podem ser agendadas por escolas, instituições, associações, universidades e demais grupos interessados, fortalecendo o compromisso das instituições com a democratização do acesso à cultura e a construção de espaços cada vez mais inclusivos. Interessados, clique aqui.
Agende sua visita e venha conhecer a mostra de uma forma mais rica!
Você sabia que a arquitetura da sala de sessões do CCJF foi pensada para melhorar a propagação da voz?
O pé-direito alto da Sala de Sessões do CCJF não foi pensado apenas para favorecer a ventilação em uma época em que ainda não existia ar-condicionado, de 1905 a 1909, período em que o edifício histórico foi construído.
Ele também ajudava na acústica do ambiente, ampliando a propagação da voz em um período em que os microfones ainda não faziam parte desse tipo de espaço.
Devido a essa arquitetura, entre outros fatores, a Sala de Sessões possui uma acústica excelente, muito elogiada por musicistas e demais artistas que se apresentam no local. O som se propaga de forma homogênea e clara em todos os cantos do espaços, propiciando um ambiente sonoro a altura da imponência da sala que um dia foi testemunha de importantes julgamentos e hoje respira cultura e arte.